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é um projeto de mapeamento, publicação e premiação de mulheres artistas visuais no DF e entorno.

porque Baleia?

como?

Ao longo de 2020 e 2021, realizamos quatro convocatórias públicas e gratuitas. Em cada uma delas, uma curadora definiu um tema e selecionou, a partir das inscrições, 20 trabalhos que deram origem a uma publicação impressa em formato de zine. Houve também votações populares entre esses trabalhos e cada uma das 4 ganhadoras recebeu um prêmio em dinheiro.

Em 2022, voltamos para transformar as BALEIAS em um livro-memória, consolidando a potência do projeto. E vem aí também uma roda de conversa!

O nome Baleia foi escolhido por ser uma apropriação e ressignificação de um termo utilizado diversas vezes de modo pejorativo sobre uma mulher que foge dos padrões estéticos hegemônicos. A palavra que deveria humilhar, na verdade, deve ser motivo de orgulho. Baleia é quase um hibridismo animal: parece peixe mas é o maior mamífero do mundo; mergulha profundezas, suporta horas sem ar, encara correntezas e depois emerge plena à superfície, de alma lavada. São baleias que parecem calmas e inofensivas, mas podem ser letais se ignoradas em sua força. Baleias são lúdicas e potentes, quase seres mágicos. São gigantes e lindas. Outro nome melhor não há.

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quem somos

BEATRIZ CHAVES
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Comunicadora, pós-graduada em história da arte e mestranda em economia criativa. Produtora cultural e artista visual apaixonada por colagem. Foi gestora da comunidade criativa Infinu, gerente do Espaço f/508 de Cultura e diretora de whatever na Perestroika - uma escola livre de atividades criativas. Ministra oficinas de colagem e processo criativo. 

coordenação geral
ELISA FREITAS
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Formada em Ciências Sociais, atualmente cursa Artes Visuais, fundou em 2011 a editora Criatura de zines fotográficos, para editar e publicar seus próprios trabalhos. Participou de feiras de publicações independentes, tais como Feira Plana e Tijuana em São Paulo, Pão de Forma no Rio e Dente em Brasília. Ministra cursos de fotozines, edição de imagens e narrativas fotográficas.

diretora artística
BEATRIZ RAMOS
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É graduada em cinema e mídias digitais. Voltou seu trabalho para produção cinematográfica como assistente de produção e diretora de produção de projetos locais, e mais recentemente trabalhou também como figurinista, a partir de estudos voltados para à moda e tendências. Atuou também como coordenadora de cursos livres do Espaço f/508 de Cultura de 2018 a 2020.

produção executiva
JÔ GOMES
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Jô Gomes é jornalista e pós-graduada em Gestão de Políticas Públicas de Gênero e Raça, Revisão de Texto e em Dança e Consciência Corporal, onde desenvolveu sua pesquisa sobre Matriarcado e Oralidade nas Danças Afro-brasileiras. Foi assessora da Fundação Cultural Palmares e da Secretaria de Cultura do DF. Também atua como dançarina, coreógrafa e professora de Danças Afro.

assessoria de comunicação
RAQUEL CÂMARA
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Paraibana há mais de vinte anos morando na capital. Formada em Língua e Literatura Japonesa e Publicidade e Propaganda. Desde 2012 define-se como letrista, muralista e designer gráfico. Trabalhou no escritório de design Avocado, foi sócia proprietária do escritório Salomé e hoje se divide entre o trabalho de freelancer e de designer na empresa Grupo FarmaBrasil.

design
FLORA EGÉCIA
Estúdio_Cajuína_Bianca-Novais_Flora-Eg

Sócia do Estúdio Cajuína, atua em projetos autorais e comerciais nas áreas de design, direção de arte, fotografia e audiovisual. Desde 2010 pesquisa nas áreas de identidade de raça e gênero, ocupação da cidade, produção cultural, questionando de maneira crítica, reflexiva e convidativa à mudança.

webdesign
BIANCA NOVAIS
Estúdio_Cajuína_Bianca-Novais_Flora-Eg

Sócia do Estúdio Cajuína e Mestranda pela Universidade de Brasília, atua em projetos autorais e comerciais nas áreas de design, direção de arte, fotografia e audiovisual. Desde 2010 pesquisa nas áreas de identidade de raça e gênero, ocupação da cidade, produção cultural, questionando de maneira crítica, reflexiva e convidativa à mudança.

webdesign
BRUNA LOPES
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Profissional curiosa, Bruna tem como hobbie aprender de tudo um pouco, desde bordar até ler mapas astrais. É formada em Contabilidade, pós graduada em Gestão de Projetos e a um passo de se tornar Analista de Desenvolvimento de Sistemas. Desde 2018, já atuou como Controller, Gerente Financeiro, Caixa e Assistente de Produção em grandes projetos cinematográficos.

contadora
CINARA BARBOSA
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Professora Adjunta do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília. Doutora em Arte Contemporânea pela UnB, é curadora e pesquisadora. Idealizadora do BSB Plano das Artes, ganhador do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), projeto que envolve espaços independentes e ateliês de Brasília. Sua área de interesse é História da Arte no Brasil e arte contemporânea brasileira.

curadoria
RAQUEL PELLICANO
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Bacharel em Artes Plásticas, é fotógrafa e artista visual. Comercialmente, é especializada em retratos, nu feminino e registros de viagens, com trabalhos publicados nas revistas Vogue Brasil, Trip, VIP, Playboy, etc. É sócia e professora no Espaço f/508 de Cultura. Criou e coordenou o programa de pós graduação em Fotografia como Suporte para a Imaginação do Espaço.

curadoria
LUISA GÜNTHER
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Professora do Departamento de Artes Visuais da UnB, pesquisadora no PPG-Arte, na linha de pesquisa -Deslocamentos e Espacialidades-. Desenvolve projetos em desenho/grafismo/ilustração, escritos de artista/livroobjeto, performance/fotodança/dança contemporânea, além de metodologias para o ensino e pesquisa em artes. Editora-Chefe do e-periódico METAgraphias.

curadoria
CAMILA SOATO
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Com uma pesquisa voltada para a apropriação de imagens da internet relacionadas a um cotidiano banal, a artista brasiliense usa a pintura para explorar a conexão entre arte e vida. Possui obras em instituições como Museu de Arte do Rio (MAR) e ganhou o prêmio de Melhor Exposição Prêmio PIPA Voto Popular, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 2013.

curadoria
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o projeto

o livro

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Registrar é sempre um exercício de preservar memórias. E em um ano de execução do Baleia, criamos muitas. Foram temas que mexeram com a imaginação das artistas visuais mulheres do DF e Entorno, que viveram um Tempo Circular na pandemia, reviveram Heranças Deslembradas, se debruçaram Diante do Espelho e especularam sobre os Futuros Possíveis. Como não exaltar a produção e participação ativa dessas artistas que movimentaram a cena das artes visuais em meio a um momento tão turbulento como o que vivemos?

Registrar é dizer: estivemos aqui, permanecemos aqui, e não vamos para lugar nenhum até que sejam garantidas condições básicas para a produção artística das mulheres. A decisão de publicar um livro sobre a memória do projeto é também esse grito, essa necessidade de dizer: nós existimos e resistimos. Apesar de tudo e de todos que querem nos invisibilizar.

resultados das publicações anteriores

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convocatora

publicações

Aqui você encontrará as 4 edições do Baleia na íntegra, nosso livro-memória e demais publicações à medida em que forem lançadas!

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ciclo #1 . o tempo circular

ciclo #2 . heranças deslembradas

ciclo #3 . diante do espelho

ciclo #4 . futuros possíveis

livro . Baleia - mulheres artistas visuais do DF e entorno

publis
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